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Exames são dado sensível: o que a LGPD exige para o seu histórico de saúde

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Um resultado de exame diz muito sobre uma pessoa. Por isso a lei o trata com cuidado extra — e por isso você deveria exigir o mesmo de qualquer serviço que guarde seu histórico.

Exame é “dado pessoal sensível”

A LGPD (Lei nº 13.709/2018) classifica dado referente à saúde como dado pessoal sensível (art. 5º, II). Para tratá-lo, a regra é mais rígida (art. 11): em geral exige consentimento específico e destacado do titular para finalidades determinadas — ou outra hipótese legal aplicável, como tutela da saúde por profissional. Não vale um “aceito tudo” genérico.

O que isso exige na prática

Finalidade clara: o dado é usado para o que foi informado, não para o que der na telha. Minimização: coleta-se só o necessário. Segurança: medidas técnicas que protejam contra acesso indevido. Transparência e direitos do titular (art. 18): você pode acessar, corrigir, e pedir eliminação dos seus dados, além de revogar o consentimento.

O que você deveria exigir

Onde ficam hospedados os dados? Quem consegue vê-los e isso fica registrado? O documento original é preservado ou pode ser adulterado? Dá para revogar o acesso de alguém a qualquer momento? Você consegue saber quem acessou seu histórico? Essas respostas separam um serviço sério de um risco.

A postura do VoxMed

No VoxMed, privacidade é arquitetura, não recurso premium: dados no Brasil, isolamento por Row Level Security, documento-fonte imutável, registro de acessos visível ao paciente, consentimento registrado no envio e controle do titular sobre o que compartilhar e por quanto tempo. O upload do paciente é gratuito. Detalhes na página de Privacidade.

Conteúdo informativo sobre proteção de dados; não é aconselhamento jurídico. Para decisões legais, consulte um profissional. Referência: Lei nº 13.709/2018 (LGPD) e orientações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).